Um estabelecimento comercial foi destruído por um grupo de populares no bairro Torrone, na cidade de Quelimane, num caso que envolve alegado conflito familiar pela posse do espaço onde o mesmo estava instalado.
De acordo com o gestor do estabelecimento, a ação foi supostamente encabeçada por uma sobrinha da família, que reivindica ser a legítima proprietária do terreno.
Segundo o mesmo, a jovem alega que o espaço onde foram montadas as bancas lhe pertence, defendendo que nenhuma actividade comercial deveria estar a decorrer no local sem o seu consentimento.
Como forma de fazer valer aquilo que considera ser o seu direito, a acusada terá mobilizado um grupo de populares, culminando na destruição total do estabelecimento.
Entretanto, outros membros da família contestam esta versão, afirmando que o espaço em causa é de gestão familiar e que as decisões sobre o seu uso devem ser tomadas de forma conjunta.
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